terça-feira, 15 de junho de 2010

DESAFIO 8


Um homem chega a uma igreja que tem 3 santos. Ele se dirige ao primeiro
santo e lhe fala:
- Se você dobrar o que eu tenho no bolso, dou-lhe 20 reais.
O santo dobra o que ele tem no bolso e o homem lhe dá os 20 reais. Ele parte
para o segundo santo e lhe fala:
- Se você dobrar o que eu tenho no bolso, dou-lhe 20 reais.
O santo dobra o que ele tem no bolso e o homem lhe dá os 20 reais. Ele parte
para o terceiro santo e lhe fala:
- Se você dobrar o que eu tenho no bolso, dou-lhe 20 reais.
O santo dobra o que ele tem no bolso e o homem dá os 20 reais ao santo e
fica sem nada no bolso.
Pergunta: como pode ele dobrar 3 vezes o que tinha no bolso e acabar duro?
Com quanto dinheiro o homem chegou à igreja?

    DESAFIO 7

    A Maria vai ao aniversário do Luís. A mãe arranjou-lhe : quatro blusas; duas calças e uma saia.

    De quantas maneiras diferentes se pode vestir a Maria para ir ao aniversário?

    USAR OS NEURÔNIOS

    Usar os neurônios ainda é o melhor investimento
    SUZANA HERCULANO-HOUZEL - suzanahh@uol.com.br
    As últimas décadas mostram que o cérebro melhora com o uso: quanto mais desafiado ele é, melhor ele fica
    PRIMEIRO FORAM os videogames, que exercitam a habilidade de atenção seletiva, memória de trabalho, coordenação motora, raciocínio e estratégia.
    Depois veio a internet, que tornou ainda mais fácil o acesso a jogos de menor complexidade. Treinar a memória, a atenção, o raciocínio está ao alcance de todos através da rede. Mas isso serve para alguma coisa?
    "Não", diz um estudo financiado por um programa da BBC e publicado na "Nature". Telespectadores se ofereceram para jogar dez minutos ao dia, três vezes por semana, por seis semanas.
    Depois disso... não tiveram nenhuma melhora significativa em suas habilidades cognitivas, embora tivessem melhor desempenho nos jogos treinados. Conclusão do estudo, alardeada pela imprensa: "Jogar na internet não adianta nada".
    Uma pena a imprensa não ter dado o mesmo valor a todas as outras pesquisas que mostram que, sim, exercitar a memória de trabalho e a atenção seletiva traz benefícios palpáveis não só a elas mesmas como também à capacidade de raciocinar e resolver problemas.
    Faz sentido: se a memória de trabalho determina quantas informações conseguimos manter ativas, disponíveis para serem cruzadas e associadas mentalmente, então melhorar essa memória deve ajudar no raciocínio.
    Funciona até em camundongos: o treino com exercícios que exigem atenção seletiva torna os animais mais capazes de aprender tarefas novas em seguida.
    Concordo que é importante difundir o resultado negativo do estudo da BBC. Seria errado levar alguém a crer que jogar dez minutos na internet ou em "programas de treinamento do cérebro" vai torná-lo "mais inteligente".
    Mas usar um único estudo -e baseado em apenas quatro horas totais de treino!- para desqualificar a importância de exercícios mentais, quando há todo um corpo de pesquisas que atestam o valor da prática e do estímulo a uma atividade mental rica e intensa, é lamentável.
    Ávida por dar a notícia de que as pessoas estariam gastando tempo e dinheiro à toa, a mídia reforçou a mensagem de que o empenho é inútil. Nada mais equivocado.
    As últimas décadas da neurociência mostram justamente que o cérebro melhora com o uso: quanto mais desafiado, melhor fica -e nunca é tarde para começar.
    SUZANA HERCULANO-HOUZEL, neurocientista, é professora da UFRJ e autora de "Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor" (ed. Sextante) e do blog www.suzanaherculanohouzel.com

    sexta-feira, 11 de junho de 2010

    OBMEP 2010. Valeu Galera!


    Parabéns a todos os alunos que participaram da Olimpíada de matemática 2010

    quarta-feira, 2 de junho de 2010

    terça-feira, 1 de junho de 2010

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